Burnout

 

Síndrome de Burnout, decerto já ouviu falar, sabe o que é?

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De um modo geral, quando iniciamos a nossa vida profissional e ditosamente durante alguns anos, encontramo-nos recheados de expectativas positivas e idealistas, abastecidos de vitalidade e entusiasmo, motivados para viver e trabalhar ambicionando o bem-estar e a realização pessoal.

Dedicamos-nos à profissão com uma atitude  positiva e construtiva, estimulando as boas relações humanas, a motivação, a alta produtividade e a criatividade.

Mas quando a este somatório de expectativas não há reciprocidade, por falta de condições de trabalho, excesso de trabalho, dificuldade em fazer face às exigências propostas, falta de comunicação com colegas e superiores hierárquicos, mas sobretudo quando há falta de reconhecimento pelo trabalho exercido, surge então a insatisfação.

Com a insatisfação surge a desilusão, a desmotivação, a fadiga física e mental, o tédio, o pessimismo e um leque variado de outros sintomas.

Instala-se o alheamento, emerge o desânimo, a desesperança, a irritabilidade, o isolamento, a crítica fácil, o conflito, o negativismo, profissionalmente há uma sensação de inadequação pessoal, produz-se menos e os erros começam a surgir.

Todos estes sintomas e sinais de sofrimento físico e mental conduzem à exaustão, designando-se este quadro por Burnout.

Sucede-se um evitamento de tudo e de todos os que se relacionam com a profissão, pelo não querer saber, ou tanto faz. Há especialmente uma sensação de traição, um arrependimento pelo investimento feito, pelo tempo dedicado à profissão.

Parece que nada valeu ou vale a pena, há um desgaste da dignidade e do autoconceito.

Toda esta sintomatologia leva à improdutividade, ao absentismo e à depressão grave.

Comece portanto a criar algumas “ilhas” de paz para si mesmo.

  • Quando sai do emprego, relaxe o corpo. Afaste-se mentalmente do seu trabalho;
  • Faça uma caminhada, pratique exercício físico; converse com a família e amigos;
  • Pergunte a si mesmo ao final do dia, se fez ou não o seu melhor. Se o fez, não poderá fazer mais nada. Se não conseguiu fazer aquilo que queria, pode pelo menos dizer que fez o que pôde. Tome nota do que é ainda necessário fazer e deixe para o dia seguinte. Depois de escrever a nota, esqueça o assunto;
  • Recorde os êxitos que teve, os momentos em que obteve bons resultados e se superou;
  • Comece a pensar se é esta a vida que deseja ter.

Veja também aqui e aqui

Um dia feliz para si!

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Maria José

Este Blog foi feito com todo o carinho para ajudá-la a pensar mais em si. Se tiver sugestões de temas ou dúvidas para serem respondidas é só enviar um email para avidaemtonssuaves@gmail.com

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