Acontecimentos da vida

Olá!

Nestes últimos dias não tenho demonstrado muito desejo de escrever. Por um lado, tenho  estado mais ocupada profissionalmente, por outro lado, entristecida com esta tragédia provocada pelos incêndios que continuam todos os anos a  devastar o nosso país.

Sabia que, crises de vida podem ter impacto em doenças posteriores?

Muitos acontecimentos negativos ocorridos num determinado período, podem ter uma elevada probabilidade de doença pouco tempo depois.

No entanto isto não é linear, as reacções individuais são variadas. Se uma pessoa possuir defesas suficientes e capacidade de lidar com as situações , a probabilidade de doença é mais reduzida.

É importante começar desde já a fazer alguns ajustes no estilo de vida, como por exemplo, ter mais cuidado connosco, em termos de alimentação, exercício, descanso, relaxamento e diversão.

Falar e escrever sobre mágoas e perdas traz também muitos benefícios. O desenrolar emocional dos acontecimentos, sentimentos, pensamentos e comportamentos que caracterizam os maus momentos da vida, dá  bom resultado.

Relembrar os acontecimentos, mesmo que estes sejam traumáticos, ajuda a reinterpretá-los e a crescer com eles.

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Um dia feliz para si!

Maria José

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A criança e a auto-confiança

Hoje, dia da criança, recordo-lhe que um grande presente que pode dar ao seu filho e que perdurará certamente pela vida fora é ensinar o seu filho desde muito cedo a confiar nele próprio.

Para isso, seja um modelo a seguir. As crianças estão sempre muito atentas ao comportamento dos pais, à procura de sinais sobre o que fazer ou como reagir. Se mostrar persistência e confiança em si própria, o seu filho irá aprender a agir da mesma forma.

Estabeleça rotinas com o seu filho. Quando os acontecimentos sucedem mais ou menos à mesma hora todos os dias, o seu filho sente-se seguro, protegido, confiante e com controlo sobre o mundo. Compreende o que se irá passar e prepara-se para a mudança. Quando as crianças sabem o que esperar, sentem-se mais capacitadas  para brincar, crescer e aprender.

Ajude o seu filho a aprender a resolver problemas, mas não os resolva por ele. Oriente e apoie o esforço na resolução de problemas adequados à sua idade.

Atribua-lhe pequenas responsabilidades. Sentir-se útil faz com que se sinta importante e ajuda a criar confiança.

Atribua ao seu filho tarefas adequadas à sua idade. Seja específica em relação ao que pretende, uma tarefa de cada vez. Divida as tarefas difíceis em tarefas simples e realizáveis, para que ele sinta que as controla e que está confiante e seguro.

Permita-lhe tempo para brincar. Brincar é a forma que as crianças têm de descobrir coisas sobre si próprias, sobre os outros e sobre o mundo que as rodeia. É também através da brincadeira que as crianças aprendem a resolver problemas e a desenvolver a confiança.

Festeje as realizações do seu filho. Saliente as suas aptidões e do que ele é capaz.

Como pais desejamos incutir nos nossos filhos princípios que lhes proporcionem confiança, mas os melhores e mais eficazes vem através do nosso próprio exemplo.

 

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Desejo um dia feliz!

Maria José

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Procrastinação…a arte de adiar

Quantas vezes já lhe aconteceu ter um trabalho para fazer ou terminar e não tem muito desejo de o concretizar, vai adiando, adiando, encontrando sempre algo melhor para fazer, como ver televisão, ler uma revista, comer, ir tomar outro café, etc, etc, tudo isto são técnicas de procrastinação.

A procrastinação é a arte de adiar e poderá tornar-se um hábito.

Mas o trabalho necessita de ser realizado e se continuar a ser adiado, poderá ficar com pouco tempo para o fazer, o que poderá ser causador de ansiedade e frustração.

A única forma de ter as coisas feitas é começar a fazê-las.

Porque adiamos fazer as coisas?

  • Ter receio de falhar
  • Por ser uma tarefa aborrecida
  • Haver outras coisas mais interessantes
  • Por falta de tempo
  • Não saber como fazer
  • Por cansaço
  • Não acreditar que valha a pena fazer
  • Estar  preocupado com outros problemas
  • Outros motivos

Esta lista poderá ser interminável, mas alguns motivos para não começar uma tarefa poderão ter algo em comum. O receio de falhar ou não saber como fazer, poderá significar que se está inseguro para iniciar o trabalho. Falta de tempo, demonstra falta de capacidade de organização. Se se está cansado ou preocupado com outros problemas, então estes pelo menos, são problemas práticos que podem ser resolvidos.

Como lidar então com a procrastinação?

  • Começar agora
  • Definir  o que precisa ser feito
  • Iniciar o trabalho com pequenos passos
  • Ordenar por prioridade as tarefas a realizar
  • Definir prazos
  • Eliminar as interrupções

Se tem algum trabalho que anda a adiar, só há uma maneira de lidar com ele, comece já.

Um dia feliz!

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Maria José

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Burnout

 

Síndrome de Burnout, decerto já ouviu falar, sabe o que é?

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De um modo geral, quando iniciamos a nossa vida profissional e ditosamente durante alguns anos, encontramo-nos recheados de expectativas positivas e idealistas, abastecidos de vitalidade e entusiasmo, motivados para viver e trabalhar ambicionando o bem-estar e a realização pessoal.

Dedicamos-nos à profissão com uma atitude  positiva e construtiva, estimulando as boas relações humanas, a motivação, a alta produtividade e a criatividade.

Mas quando a este somatório de expectativas não há reciprocidade, por falta de condições de trabalho, excesso de trabalho, dificuldade em fazer face às exigências propostas, falta de comunicação com colegas e superiores hierárquicos, mas sobretudo quando há falta de reconhecimento pelo trabalho exercido, surge então a insatisfação.

Com a insatisfação surge a desilusão, a desmotivação, a fadiga física e mental, o tédio, o pessimismo e um leque variado de outros sintomas.

Instala-se o alheamento, emerge o desânimo, a desesperança, a irritabilidade, o isolamento, a crítica fácil, o conflito, o negativismo, profissionalmente há uma sensação de inadequação pessoal, produz-se menos e os erros começam a surgir.

Todos estes sintomas e sinais de sofrimento físico e mental conduzem à exaustão, designando-se este quadro por Burnout.

Sucede-se um evitamento de tudo e de todos os que se relacionam com a profissão, pelo não querer saber, ou tanto faz. Há especialmente uma sensação de traição, um arrependimento pelo investimento feito, pelo tempo dedicado à profissão.

Parece que nada valeu ou vale a pena, há um desgaste da dignidade e do autoconceito.

Toda esta sintomatologia leva à improdutividade, ao absentismo e à depressão grave.

Comece portanto a criar algumas “ilhas” de paz para si mesmo.

  • Quando sai do emprego, relaxe o corpo. Afaste-se mentalmente do seu trabalho;
  • Faça uma caminhada, pratique exercício físico; converse com a família e amigos;
  • Pergunte a si mesmo ao final do dia, se fez ou não o seu melhor. Se o fez, não poderá fazer mais nada. Se não conseguiu fazer aquilo que queria, pode pelo menos dizer que fez o que pôde. Tome nota do que é ainda necessário fazer e deixe para o dia seguinte. Depois de escrever a nota, esqueça o assunto;
  • Recorde os êxitos que teve, os momentos em que obteve bons resultados e se superou;
  • Comece a pensar se é esta a vida que deseja ter.

Veja também aqui e aqui

Um dia feliz para si!

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Maria José

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Pais e filhos

Os pais têm habitualmente algumas ideias sobre o tipo de pessoa que gostariam que os seus filhos fossem. Em algumas famílias começam a tê-las ainda antes de as crianças nascerem.

Mas, habitualmente, a realidade sobrepõe-se ao sonho e poderá existir um conflito entre aquilo que esperavam e aquilo que obtiveram.

Quando fizeram todos os planos para os  filhos, queriam sobretudo  que eles fossem felizes e tivessem mais sorte do que a deles.

Não podemos, no entanto, esquecer  que os  filhos têm uma personalidade própria e  que tentarão encontrar um caminho próprio para a sua vida em função dessa personalidade, desde que lhes seja dada a  liberdade para o fazerem. Se tentarem pressionar os filhos num sentido que não seja concordante com a sua personalidade haverá lutas permanentes, discussões, portas a bater, etc. Também poderá parecer que tudo está calmo, até compreenderem que há  filhos que dizem que sim a tudo, mas fazem exactamente o oposto.

As intenções dos pais são boas, mas não há maneira de impedir que os filhos sofram ao crescer, só podem aprender a partir das suas próprias experiências. Deverão dar-lhes conselhos e todo o apoio que puderem, mas não podem tentar organizar as suas vidas à vossa maneira.

Mesmo que os seus filhos se assemelhem a si em certos aspectos de carácter, na aparência, etc., continuam a ser muito diferentes de si, noutros pontos de vista e por isso mesmo são imprevisíveis.

Ajude-os a descobrir e desenvolver todos os seus talentos e capacidades, quaisquer que estas sejam, ajude-os a desenvolver aquilo que têm de melhor em si próprios.

Reconheça o facto de que são indivíduos com uma personalidade própria, respeite-os como pessoas. Só poderá ajudá-los e apoiá-los se estiver aberto às suas necessidades e tiver vontade de as conhecer, mesmo que as suas opiniões sejam diferentes.

Um dia feliz para si!

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Maria José

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Reestruturação cognitiva

Sabe o que é?

reestruturação cognitiva é uma técnica que permite mudar a maneira como nos sentimos, modificando a nossa maneira de pensar. É um processo psicológico em que se substitui as convicções irracionais, que são emocionalmente prejudiciais por convicções mais precisas, emocionalmente favoráveis. Através da reestruturação cognitiva é possível substituir os padrões de raciocínio que desencadeiam ou reforçam a depressão, a ansiedade e outros estados emocionais negativos.

Todos nós temos padrões de raciocínio automáticos ou pensamentos automáticos, estes pensamentos, transportamos-los há anos, muitos deles têm inicio na infância e acompanham-nos durante a  vida adulta sem serem questionados. Estes pensamentos são tão familiares que os tomamos como referência.

Alguns pensamentos automáticos até são benéficos ” Usa sempre o cinto de segurança”, por exemplo, mas outros, são irrealistas e podem causar insatisfação, stress, ansiedade e depressão. Por exemplo, ” Sinto-me inferior, portanto, não devo ser tão boa como os outros” ou ” A minha casa devia estar sempre arrumada”…

A reestruturação cognitiva ensina-nos a parar, reflectir e avaliar as situações com exactidão.

Como fazer? É um processo em três passos:

  1. Identifique quais são os pensamentos automáticos que lhe provocam stress, recue no tempo para descobrir a origem desses pensamentos. Nessa análise preste atenção, aos pensamentos que contenham as palavras “ter de”, “dever”, “sempre” e “nunca”, porque muitas vezes estas palavras são as responsáveis pelos pensamentos distorcidos.
  2. Uma vez consciente dos pensamentos automáticos causadores de stress, conteste-os  e questione-os:  Este pensamento é realmente verdadeiro? Quais são as provas? Estou a exagerar ou a realçar um aspecto negativo da situação? Como sei que vai acontecer? E se acontecer? É realmente tão mau como parece? É vantajoso para mim manter esta avaliação? Há outra maneira de olhar para a situação?
  3. Identificado o pensamento automático como sendo irracional ou prejudicial, é tempo de o reestruturar, para o fazer examine o pensamento cuidadosamente e retire dele a verdade afastando as distorções.

Em seguida, recrie o pensamento de uma maneira que provoque menos stress.

Exemplos:

” Sinto-me inferior; portanto, não devo ser tão boa como os outros”

Reestruture e diga a si própria: ” Por vezes, toda a gente se sente inferior, por mais sucesso que tenha. Estou apenas a sofrer de um ataque de baixa auto-estima, como acontece de vez em quando a toda a gente”

ou:

“A minha casa devia estar sempre arrumada”

Reestruture e diga a si própria: ” Gosto de ter a casa arrumada, mas se não estiver, não tem grande importância. Há coisas piores no mundo do que uma casa desarrumada”.

Um dia feliz para si e não se esqueça que aquilo que pensa, muitas vezes, determina o seu estado emocional !

 

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Maria José

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As crianças e o luto

Quando ocorre o falecimento de algum familiar ou pessoa próxima, surge sempre a dúvida de como agir com as crianças.

As crianças elaboram o luto de  forma diferente  dos adultos. A sua compreensão, o modo como reagem e aquilo que as tranquiliza varia conforme  a idade.

Em todas as idades sentem tristeza, perda e dor, têm medo da morte e de ficarem sozinhas. As crianças muito pequenas não conseguem entender que a morte é para sempre.

As crianças mais velhas entendem melhor a situação, mas é possível que não sejam capazes de falar sobre a morte.

O modo como os pais vivem o luto influencia a forma como os filhos também o vivem . Os adultos que admitem os seus sentimentos e choram com os seus filhos, ajudam-nos a aceitar e a compreender melhor a morte.

Como pode reconfortar uma criança:

  • Inclua a criança no que se está a passar;
  • Diga a verdade e dê-lhe muito apoio;
  • Esteja atento ao significado profundo daquilo que as crianças dizem sobre os seus sentimentos;
  • Seja verdadeiro e responda por palavras que elas entendam;
  • Relembre-lhes que, durante a fase do luto, elas são tão amadas como sempre foram;
  • Diga-lhes que aquilo que pensam e sentem é normal e que não faz mal chorar;
  • Tranquilize-as dizendo-lhes que as outras pessoas entendem a sua dor;
  • Encoraje-as a expressarem o que sentem, falando, pintando, brincando;
  • Procure manter a rotina das crianças tão tranquila quanto possível.

Um dia feliz para si!

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Maria José

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Diário de auto-estima

 

A perda da auto-estima é uma consequência do “stress negativo”.

Quando estamos em stress temos tendência a diminuir os aspectos positivos e a dar mais importância aos problemas, subestimando frequentemente o nosso desempenho e desgastando  a nossa autoconfiança.

Uma técnica muito útil para ter uma avaliação mais realista das nossas capacidades e competências é manter um diário de auto-estima. É muito simples.

Arranje um caderno e diariamente escreva aspectos positivos por mais pequenos que sejam.

Seleccione três coisas, como por exemplo:

  • Dei um elogio a alguém
  • Numa situação difícil consegui não perder a paciência
  • Hoje realizei três tarefas que vinha adiando
  • Andei a pé em vez de andar de carro
  • Fiz um recado para uma vizinha idosa
  • Ajudei os meus filhos nos trabalhos de casa
  • Tirei um intervalo para o almoço em vez de comer uma sanduíche na minha secretária como é habitual

Mantenha esta rotina durante alguns dias, pode ser durante uma semana.

Na semana seguinte, comece uma nova coluna na mesma página. Além dos três pequenos acontecimentos diários, anote um acontecimento importante.

Este acontecimento importante pode ter acontecido em qualquer altura da vida e pode incluir:

  • Casei-me
  • Tive filhos
  • Entrei na universidade
  • Consegui o emprego que queria
  • Comprei a minha própria casa
  • Aprendi a conduzir
  • Aprendi a pintar
  • Aprendi a tocar um instrumento musical

Este método de fazer listas pode parecer refinado, mas é muito útil porque modifica completamente a nossa atitude.

Se tem problemas em lidar com as dificuldades actuais, esta técnica poderá ajudar a modificar a sua forma de pensar, lançando um desafio aos pensamentos automáticos, invariavelmente negativos.

Um dia feliz para si e comece hoje a escrever!

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Maria José

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Sintomas da depressão

Um dos problemas da depressão é o seu surgimento tão subtil que muitas pessoas nem se apercebem. A espiral descendente da depressão e os seus efeitos nos níveis de energia, na realização do trabalho, na capacidade de comunicar com colegas, família, amigos e na qualidade de vida de um modo geral é quase devastadora.

A depressão pode ter várias causas, pode surgir devido a elevados níveis de stress  que perduram no tempo, exposição a uma crise nos acontecimentos do dia-a-dia, ou simplesmente por uma sensação de fracasso na realização dos objectivos.

O limiar entre longos períodos de infelicidade, exaustão, privação do sono, preocupações, sensação de falta de controlo é frequentemente indefinida.

Apresento-lhe uma lista de sintomas, se sentir quatro ou mais dos  sintomas seguintes durante mais de duas semanas, deverá consultar um médico, procurar psicoterapia ou optar por uma linha de acção pessoal.

  • Sente-se continuamente triste, ansiosa ou tem uma sensação de vazio?
  • Sente-se cansada ou mais lenta apesar de não ter motivo para tal ?
  • Perdeu o interesse na alimentação, no trabalho, naquilo que sentia prazer antes?
  • Costuma acordar muito cedo de manhã, durante a noite ou tem problemas para adormecer?
  • Perdeu peso (sem fazer dieta) ou aumentou de peso?
  • Tem dificuldade em pensar, concentrar-se ou tomar decisões?
  • Sente-se culpada?
  • Sente-se inútil?
  • Tem dores físicas sem causa física?
  • Pensa na morte ou suicídio?

Reconhecer que tem um problema e saber quando e onde deve procurar ajuda é a chave para controlar o problema.

Um dia feliz para si!

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Maria José

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Como ser uma pessoa mais assertiva

Ser assertivo é ter sobretudo  consideração  por si  própria, pelos seus direitos, bem como com os direitos das outras pessoas. O respeito faz parte integrante da atitude da pessoa assertiva, o respeito por si e pelos outros.

Cabe a cada um de nós decidir o que pretende para a vida em geral e a partir daí definir metas  e trabalhar para as atingir.

Uma pessoa não assertiva deixa que a vida aconteça, senta-se e aguarda os acontecimentos. Uma pessoa assertiva decide o que quer e faz por acontecer.Por vezes corre riscos e comete erros, mas vai aprendendo com os erros e volta a tentar.

Ser assertivo não é coisa que se consiga da noite para o dia, mas a vontade de mudar e um pequeno esforço podem dar uma ajuda enorme. Podemos começar por tentar resolver problemas pequenos, deixando os grandes para mais tarde.

Pense numa situação em que considere que não agiu de forma assertiva, pode ser relacionada com a sua vida familiar ou profissional, dado que o desenvolvimento da assertividade aplica-se a todas as áreas da nossa vida.

Pergunte a si própria o seguinte:

  • Qual é a situação?
  • Qual tem sido até agora a minha atitude?
  • O que seria uma atitude assertiva?

Como pessoa assertiva, deverá ser capaz de:

  • Expressar os seus sentimentos positivos: “gosto do teu novo corte de cabelo”; “adoro-te”; “aprecio o teu comportamento”;
  • Exprimir os seus sentimentos negativos: “não gosto de que me fale nesses termos”; “estou com medo”;
  • Dizer não: “não, não posso ficar a trabalhar até mais tarde”; “não, não gosto de comida chinesa”;
  • Dar uma opinião sincera:”acho melhor irmos embora”; “não estou de acordo com essa sugestão”;
  • Falar da sua irritação, desde que ela se justifique”irrita-me a forma como faz isso;” “fico irritada quando o vejo tratar mal as pessoas”
  • Pedir tempo para pensar quando não tem resposta para dar: “Não lhe posso dar já a resposta, amanhã falarei consigo”.

Ser assertivo é uma forma de desenvolvimento pessoal, sendo essencial para a verdadeira realização.

Geralmente a pessoa assertiva é positiva e sente-se bem consigo própria, isso faz com que as outras pessoas em seu redor também se sintam bem.

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Uma quarta-feira feliz!

Maria José

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