Tristeza e depressão

Olá

É normal sentirmos-nos por vezes mais em baixo, tristes ou infelizes, geralmente em resposta a um determinado acontecimento negativo, como  uma desilusão , o fim de alguma coisa ou quando algo não nos corre como desejaríamos. Faz parte dos altos e baixos da vida.

Em geral, são situações passageiras de que todos recuperamos. A depressão, no entanto, é mais do que isso, pois além de gerar sentimentos intensos de tristeza, negatividade, ansiedade e desespero, esses sentimentos persistem e interferem com as actividades do  dia a dia.

O mundo assume uma tonalidade cinzenta.

A depressão compromete o bem estar, faz naufragar na negatividade, diminuindo a  qualidade de vida.

O decurso normal da  vida fica comprometido, a vida enche-se de problemas, afectando a nossa capacidade de funcionar de forma ajustada.

Como saber se sofre de depressão?

Talvez tenha perdido os seus interesses, talvez se sinta triste, ansioso, pessimista, fisicamente exausto, letárgico, sempre à beira das lágrimas,  afastado das pessoas que lhe são queridas e minimizando o contacto com o mundo exterior.

Todas estas situações são sintomas de depressão. Se tem alguns destes sintomas não sofra mais, procure ajuda.

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Um dia feliz para si!

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Pensamentos positivos

 

O outono já vai a meio da sua jornada, mas o mês de Novembro é que oferece o ritmo suave e doce do aconchego.

Com as temperaturas a diminuírem, regressa a temporada dos agasalhos, o desejo de ficar por casa aspirando tranquilidade. É tempo de ler, de sonhar, descansar, antes que chegue a azáfama do Natal.

Para se envolver no ritmo doce de Novembro escreva pensamentos positivos acerca de si próprio. Escreva aquilo que lhe passar pela cabeça. Guarde uma cópia destas mensagens no seu bolso e leia-as frequentemente. Diga-as em voz alta. Acredite nelas!

Ao escrever pensamentos positivos acerca de si próprio, está a promover a auto estima, a retardar as emoções negativas, a estimular a capacidade de saborear as experiências positivas da vida e a desenvolver comportamentos positivos.

Desejo um mês de Novembro suave e doce repleto de mensagens positivas.

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Maria José

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Rir é uma excelente terapia

Olá!

Já lá vão os tempos da infância e juventude em que ríamos por tudo e por nada.

Durante o nosso crescimento, por múltiplas vicissitudes, passamos a rir cada vez menos. As responsabilidades da vida adulta tornam-nos mais sérios e fazem-nos perder a leveza de espírito da infância e da juventude.

Rir é uma excelente maneira de recuperar essa leveza de espírito. Além de nos alterar o humor mais rapidamente, rir favorece a saúde física, por exemplo, faz diminuir  a tensão arterial, aumentar a tolerância à dor e estimular o sistema imunitário.

Rir também é bom para eliminar o stress. O facto de estarmos à espera de rir faz intensificar a produção de endorfinas que são estimulantes do bem-estar.

Desfrute dos benefícios terapêuticos de rir, ria de si mesma, veja comédias, programas cómicos, leia livros divertidos e aproveite ao máximo as oportunidades para estar com amigos que a façam rir e a ponham bem disposta.

Um dia feliz e não se esqueça de rir!

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Maria José

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Regresso à escola, regressam as rotinas

Olá!

Para quem tem filhos em idade escolar é tempo de regressar à escola, à vida de todos os dias e às rotinas. Não pense que é negativo.

As rotinas funcionam como as primeiras organizadoras da vida de todos nós.

Contribuem para a previsão do que irá suceder e de que forma o ambiente em redor se organiza, conjuga e acontece.

As rotinas proporcionam tranquilidade e segurança, contribuindo naturalmente para a diminuição da ansiedade.

A escola e o cumprimento dos horários e rotinas são elementos extraordinariamente organizadores, pelo que é importante que a escola e família estejam em harmonia e concordância nesta tarefa.

Mas se é essencial ter um plano diário de hábitos rotineiros, também é necessário não esquecer que a rigidez extrema em relação às rotinas é prejudicial.

É importante dar espaço para momentos descontraídos, alterando-se as rotinas em dias especiais ou mesmo a meio de uma semana difícil.

A celebração de momentos especiais, os quais são preenchidos de valores e de aprendizagens justificam as excepções às rotinas.

Pontualmente é positivo e deve acontecer, podendo explicar-se à criança os motivos da excepção ou reforçá-los, no caso de as crianças os terem percebido sem explicação.

Tal como é importante abrir excepção à rotina em momentos especiais, também será importante dentro da rotina promover momentos livres para as crianças fazerem o que quiserem. Este tempo não estruturado, para que a criança o ocupe como lhe apetecer, permitirá estimular a capacidade de improviso e a adaptação à mudança.

As rotinas na infância promovem:

  • Segurança;
  • Tranquilidade;
  • Previsibilidade;
  • Organização;
  • Tempo;
  • Harmonia;
  • Crianças saudáveis;
  • Regras e limites;
  • União familiar.

Um dia excelente para si, e se tem crianças seja seguro a ditar hábitos e rotinas!

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Maria José

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Aprenda técnicas de relaxamento

As técnicas de relaxamento são um  método usado na gestão do stress, na diminuição de ansiedade e para lidar com a insónia.584165876e408-como-fazer-relaxamento-muscular-progressivo

Estas técnicas são muito simples de aprender e permitem reduzir os níveis de tensão física e outros sintomas de hiperexcitação do sistema simpático. Existem algumas evidências, de que as técnicas de relaxamento  possibilitam o acesso a processos cognitivos mais calmos e construtivos. Para além disso, aumentam ainda o controlo percebido de resposta ao stress, o que é bastante  eficaz  na medida em que a percepção da perda do controlo contribui para o desenvolvimento do stress.

A prática deverá ser continuada e regular durante um período de tempo, de modo a permitir o seu uso eficaz nas situações de stress e ansiedade.

O processo de relaxamento mais usado é uma adaptação da técnica de relaxamento muscular de Jacobson.

Praticando a técnica de relaxamento

  • Sente-se o mais confortavelmente possível num sofá ou numa cadeira, de preferência que esta seja reclinável.
  • Tente não pensar em nada, excepto nas sensações agradáveis que acompanham o relaxamento

Esta técnica compreende alternar a contracção e o relaxamento de grupos musculares de todo o corpo, de acordo com uma sequência determinada. A ordem pela qual os músculos serão relaxados varia, mas um exercício típico pode envolver os seguintes grupos musculares:

Grupo 1 – Mão e antebraço direito: Contraia os músculos, fechando os dedos com força e mantendo o braço no mesmo lugar. Sinta a tensão produzida na mão, nos dedos, no punho e nos músculos do antebraço (10 segundos). Relaxe e sinta a diferença entre  tensão e relaxamento (20 segundos).

Grupo 2 – Braço direito: Contraia os músculos do braço, empurrando o cotovelo para baixo e contra o corpo ou contra o braço da cadeira. Sinta a tensão no braço (10 segundos). Relaxe e sinta a diferença entre tensão e relaxamento (20 segundos).

Grupo 3 – Mão e antebraço esquerdo: Siga o mesmo procedimento do grupo 1.

Grupo 4 – Braço esquerdo: Siga o mesmo procedimento do grupo 2.

Grupo 5 – Testa: Contraia os músculos, erguendo as sobrancelhas o máximo que conseguir. Sinta a tensão produzida na testa e no couro cabeludo (10 segundos). Relaxe e sinta a diferença entre  tensão e relaxamento (20 segundos).

Grupo 6 – Face: Contraia os músculos da face, fechando  os olhos e franzindo o nariz com força. Sinta a tensão ao redor dos olhos e no nariz (10 segundos). Relaxe e sinta a diferença da sensação entre  tensão e relaxamento (20 segundos).

Grupo 7 – Parte inferior das bochechas, boca e queixo: Feche a boca com os dentes cerrados e empurre os cantos da boca para trás, fazendo um sorriso exagerado. Mantenha os músculos  contraídos (10 segundos). Sinta a tensão ao redor dos maxilares e do queixo. Relaxe e sinta a diferença da sensação entre tensão e relaxamento (20 segundos).

Grupo 8 – Pescoço: Empurre com força o queixo para baixo, mas sem tocar no peito, empurrando a cabeça para trás, contra o encosto da cadeira. Sinta a tensão acumulada no pescoço (10 segundos). Relaxe e sinta a diferença da sensação entre tensão e relaxamento (20 segundos).

Grupo 9 – Peito, ombros e costas (parte superior): Inspire profundamente, mantenha o ar nos pulmões e empurre os ombros e as omoplatas para trás. Sinta a tensão no peito, ombros e costas (10 segundos). Relaxe e sinta a diferença da sensação entre tensão e relaxamento (20 segundos).

Grupo 10 – Abdómen: Encolha a barriga o máximo que puder, empurrando o abdómen para dentro. Sinta a tensão no estômago (10 segundos). Relaxe e sinta a diferença da sensação entre tensão e relaxamento (20 segundos).

Grupo 11 – Coxa  direita: Contraia  com força a musculatura posterior da coxa. Sinta a tensão muscular na coxa  (10 segundos). Relaxe e sinta a diferença da sensação entre tensão e relaxamento (20 segundos).

Grupo 12 – Perna direita: Empurre vigorosamente o pé para baixo.  Sinta a tensão na perna (10 segundos). Relaxe e sinta a diferença da sensação entre tensão e relaxamento (20 segundos).

Grupo 13 – Pé direito: Vire a planta do pé para dentro, dobrando os dedos do pé ao mesmo tempo. Sinta a tensão na planta do pé (10 segundos). Relaxe e sinta a diferença da sensação entre tensão e relaxamento (20 segundos).

Grupo 14 – Coxa esquerda: Siga o mesmo procedimento do grupo 11.

Grupo 15 – Perna esquerda: ​Siga o mesmo procedimento do grupo 12.

Grupo 16 – Pé esquerdo: Siga o mesmo procedimento do grupo 13.

Experimente! Pode seguir a orientação clicando aqui.

Um dia feliz para si!

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Maria José

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Acontecimentos da vida

Olá!

Nestes últimos dias não tenho demonstrado muito desejo de escrever. Por um lado, tenho  estado mais ocupada profissionalmente, por outro lado, entristecida com esta tragédia provocada pelos incêndios que continuam todos os anos a  devastar o nosso país.

Sabia que, crises de vida podem ter impacto em doenças posteriores?

Muitos acontecimentos negativos ocorridos num determinado período, podem ter uma elevada probabilidade de doença pouco tempo depois.

No entanto isto não é linear, as reacções individuais são variadas. Se uma pessoa possuir defesas suficientes e capacidade de lidar com as situações , a probabilidade de doença é mais reduzida.

É importante começar desde já a fazer alguns ajustes no estilo de vida, como por exemplo, ter mais cuidado connosco, em termos de alimentação, exercício, descanso, relaxamento e diversão.

Falar e escrever sobre mágoas e perdas traz também muitos benefícios. O desenrolar emocional dos acontecimentos, sentimentos, pensamentos e comportamentos que caracterizam os maus momentos da vida, dá  bom resultado.

Relembrar os acontecimentos, mesmo que estes sejam traumáticos, ajuda a reinterpretá-los e a crescer com eles.

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Um dia feliz para si!

Maria José

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A criança e a auto-confiança

Hoje, dia da criança, recordo-lhe que um grande presente que pode dar ao seu filho e que perdurará certamente pela vida fora é ensinar o seu filho desde muito cedo a confiar nele próprio.

Para isso, seja um modelo a seguir. As crianças estão sempre muito atentas ao comportamento dos pais, à procura de sinais sobre o que fazer ou como reagir. Se mostrar persistência e confiança em si própria, o seu filho irá aprender a agir da mesma forma.

Estabeleça rotinas com o seu filho. Quando os acontecimentos sucedem mais ou menos à mesma hora todos os dias, o seu filho sente-se seguro, protegido, confiante e com controlo sobre o mundo. Compreende o que se irá passar e prepara-se para a mudança. Quando as crianças sabem o que esperar, sentem-se mais capacitadas  para brincar, crescer e aprender.

Ajude o seu filho a aprender a resolver problemas, mas não os resolva por ele. Oriente e apoie o esforço na resolução de problemas adequados à sua idade.

Atribua-lhe pequenas responsabilidades. Sentir-se útil faz com que se sinta importante e ajuda a criar confiança.

Atribua ao seu filho tarefas adequadas à sua idade. Seja específica em relação ao que pretende, uma tarefa de cada vez. Divida as tarefas difíceis em tarefas simples e realizáveis, para que ele sinta que as controla e que está confiante e seguro.

Permita-lhe tempo para brincar. Brincar é a forma que as crianças têm de descobrir coisas sobre si próprias, sobre os outros e sobre o mundo que as rodeia. É também através da brincadeira que as crianças aprendem a resolver problemas e a desenvolver a confiança.

Festeje as realizações do seu filho. Saliente as suas aptidões e do que ele é capaz.

Como pais desejamos incutir nos nossos filhos princípios que lhes proporcionem confiança, mas os melhores e mais eficazes vem através do nosso próprio exemplo.

 

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Desejo um dia feliz!

Maria José

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Procrastinação…a arte de adiar

Quantas vezes já lhe aconteceu ter um trabalho para fazer ou terminar e não tem muito desejo de o concretizar, vai adiando, adiando, encontrando sempre algo melhor para fazer, como ver televisão, ler uma revista, comer, ir tomar outro café, etc, etc, tudo isto são técnicas de procrastinação.

A procrastinação é a arte de adiar e poderá tornar-se um hábito.

Mas o trabalho necessita de ser realizado e se continuar a ser adiado, poderá ficar com pouco tempo para o fazer, o que poderá ser causador de ansiedade e frustração.

A única forma de ter as coisas feitas é começar a fazê-las.

Porque adiamos fazer as coisas?

  • Ter receio de falhar
  • Por ser uma tarefa aborrecida
  • Haver outras coisas mais interessantes
  • Por falta de tempo
  • Não saber como fazer
  • Por cansaço
  • Não acreditar que valha a pena fazer
  • Estar  preocupado com outros problemas
  • Outros motivos

Esta lista poderá ser interminável, mas alguns motivos para não começar uma tarefa poderão ter algo em comum. O receio de falhar ou não saber como fazer, poderá significar que se está inseguro para iniciar o trabalho. Falta de tempo, demonstra falta de capacidade de organização. Se se está cansado ou preocupado com outros problemas, então estes pelo menos, são problemas práticos que podem ser resolvidos.

Como lidar então com a procrastinação?

  • Começar agora
  • Definir  o que precisa ser feito
  • Iniciar o trabalho com pequenos passos
  • Ordenar por prioridade as tarefas a realizar
  • Definir prazos
  • Eliminar as interrupções

Se tem algum trabalho que anda a adiar, só há uma maneira de lidar com ele, comece já.

Um dia feliz!

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Maria José

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Burnout

 

Síndrome de Burnout, decerto já ouviu falar, sabe o que é?

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De um modo geral, quando iniciamos a nossa vida profissional e ditosamente durante alguns anos, encontramo-nos recheados de expectativas positivas e idealistas, abastecidos de vitalidade e entusiasmo, motivados para viver e trabalhar ambicionando o bem-estar e a realização pessoal.

Dedicamos-nos à profissão com uma atitude  positiva e construtiva, estimulando as boas relações humanas, a motivação, a alta produtividade e a criatividade.

Mas quando a este somatório de expectativas não há reciprocidade, por falta de condições de trabalho, excesso de trabalho, dificuldade em fazer face às exigências propostas, falta de comunicação com colegas e superiores hierárquicos, mas sobretudo quando há falta de reconhecimento pelo trabalho exercido, surge então a insatisfação.

Com a insatisfação surge a desilusão, a desmotivação, a fadiga física e mental, o tédio, o pessimismo e um leque variado de outros sintomas.

Instala-se o alheamento, emerge o desânimo, a desesperança, a irritabilidade, o isolamento, a crítica fácil, o conflito, o negativismo, profissionalmente há uma sensação de inadequação pessoal, produz-se menos e os erros começam a surgir.

Todos estes sintomas e sinais de sofrimento físico e mental conduzem à exaustão, designando-se este quadro por Burnout.

Sucede-se um evitamento de tudo e de todos os que se relacionam com a profissão, pelo não querer saber, ou tanto faz. Há especialmente uma sensação de traição, um arrependimento pelo investimento feito, pelo tempo dedicado à profissão.

Parece que nada valeu ou vale a pena, há um desgaste da dignidade e do autoconceito.

Toda esta sintomatologia leva à improdutividade, ao absentismo e à depressão grave.

Comece portanto a criar algumas “ilhas” de paz para si mesmo.

  • Quando sai do emprego, relaxe o corpo. Afaste-se mentalmente do seu trabalho;
  • Faça uma caminhada, pratique exercício físico; converse com a família e amigos;
  • Pergunte a si mesmo ao final do dia, se fez ou não o seu melhor. Se o fez, não poderá fazer mais nada. Se não conseguiu fazer aquilo que queria, pode pelo menos dizer que fez o que pôde. Tome nota do que é ainda necessário fazer e deixe para o dia seguinte. Depois de escrever a nota, esqueça o assunto;
  • Recorde os êxitos que teve, os momentos em que obteve bons resultados e se superou;
  • Comece a pensar se é esta a vida que deseja ter.

Veja também aqui e aqui

Um dia feliz para si!

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Maria José

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Pais e filhos

Os pais têm habitualmente algumas ideias sobre o tipo de pessoa que gostariam que os seus filhos fossem. Em algumas famílias começam a tê-las ainda antes de as crianças nascerem.

Mas, habitualmente, a realidade sobrepõe-se ao sonho e poderá existir um conflito entre aquilo que esperavam e aquilo que obtiveram.

Quando fizeram todos os planos para os  filhos, queriam sobretudo  que eles fossem felizes e tivessem mais sorte do que a deles.

Não podemos, no entanto, esquecer  que os  filhos têm uma personalidade própria e  que tentarão encontrar um caminho próprio para a sua vida em função dessa personalidade, desde que lhes seja dada a  liberdade para o fazerem. Se tentarem pressionar os filhos num sentido que não seja concordante com a sua personalidade haverá lutas permanentes, discussões, portas a bater, etc. Também poderá parecer que tudo está calmo, até compreenderem que há  filhos que dizem que sim a tudo, mas fazem exactamente o oposto.

As intenções dos pais são boas, mas não há maneira de impedir que os filhos sofram ao crescer, só podem aprender a partir das suas próprias experiências. Deverão dar-lhes conselhos e todo o apoio que puderem, mas não podem tentar organizar as suas vidas à vossa maneira.

Mesmo que os seus filhos se assemelhem a si em certos aspectos de carácter, na aparência, etc., continuam a ser muito diferentes de si, noutros pontos de vista e por isso mesmo são imprevisíveis.

Ajude-os a descobrir e desenvolver todos os seus talentos e capacidades, quaisquer que estas sejam, ajude-os a desenvolver aquilo que têm de melhor em si próprios.

Reconheça o facto de que são indivíduos com uma personalidade própria, respeite-os como pessoas. Só poderá ajudá-los e apoiá-los se estiver aberto às suas necessidades e tiver vontade de as conhecer, mesmo que as suas opiniões sejam diferentes.

Um dia feliz para si!

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Maria José

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